segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ah, Paulinho...


Não estou em casa, mas consegui roubar alguns minutos do computador alheio para fazer um breve comentário. E é sobre nosso amigo Paul McCartney.

De uns tempos pra cá - e isso piorou depois do divórcio milionário - o Paul tem apelado para manter os Beatles nas prateleiras. Primeiro foi Let It Be... Naked, um negócio pavoroso equivalente ao "prequel", idéia que o George Lucas criou (ou, pelo menos, ajudou a propagar) com o novo Star Wars. Algo que, geralmente, não acrescenta em nada, só mostra que o original é melhor.

Pouco depois, Paulinho, Yoko & Cia autorizaram Love, um disco caça-níquel que foi rejeitado até pelos mais fanáticos. Agora ele vem com uma nova canção psicodélica de 14 minutos com ruídos, sons agudos e blábláblá. Tudo para aguçar os fanáticos beatlemaníacos. Paulinho pagou caro pelo divórcio e vai manchando sua reputação com lançamentos cada vez mais forçados. Infelizmente, tem público pra essas coisas. Gente que compra livros que o autor não quis lançar em vida, discos inéditos e pavorosos com gravações caseiras (Renato Russo não sai das prateleiras e o cara faleceu há 12 anos!).

Falta a assinatura de Yoko e da viúva de George Harrison para que a faixa de 14 minutos chegue aos nossos ouvidos. Mas alguém duvida que elas vão assinar? Me pergunto o que Lennon, o mais ácido e desbocado dos quatro, diria sobre esse lançamento. Mas quem se importa? O negócio é vender até a mãe... Tá gasta, mas tem experiência!

3 comentários:

ss disse...

isso é mal de nome...

meu vizinho Paulinho, vive brigando com o irmão, Luizinho

pena que um ainda não meteu um tiro no outro

ss disse...

e esqueci do carlinhos..

trio parada dura

atlantic disse...

Luizinho é um clássico. Ele ainda tenta matar a própria mãe?